Nossa História

NOSSA HISTÓRIA

UMA JORNADA CONSTRUÍDA COM PROPÓSITO, DESAFIOS E RESTAURAÇÃO.

O Começo
O COMEÇO

A ORIGEM SOBRE OS PAPELÕES.

O Lutando para Restaurar Vidas nasceu em 2011, no segundo andar de uma loja de materiais esportivos. Sem tatame, os primeiros treinos aconteciam sobre pedaços de papelão espalhados pelo chão. Eram apenas quatro ou cinco alunos, pouca estrutura e uma convicção que já apontava para algo maior. Naquele momento, o mestre ainda não era faixa preta, e o projeto sequer tinha o formato que possui hoje. Mesmo assim, a essência já estava presente. O Jiu-Jitsu nunca foi tratado como fim, mas como ferramenta para alcançar vidas, formar caráter, transmitir princípios e criar novas possibilidades. A estrutura era improvisada, mas o propósito não. Cada treino fortalecia a certeza de que algo importante estava começando. E foi sobre aqueles papelões que se escreveu o primeiro capítulo de uma história que ainda aprenderia a crescer.

MARDEADORAÇÃO
MARDEADORAÇÃO

QUANDO O IMPROVISO COMEÇOU A GANHAR ESTRUTURA.

À medida que os treinos continuavam, o pequeno grupo começou a crescer. A chegada à MARDEADORAÇÃO marcou a primeira grande mudança dessa trajetória. Pela primeira vez, o projeto passou a contar com tatames e um espaço mais adequado para receber os alunos. A nova estrutura trouxe também novas responsabilidades. O que antes reunia poucas pessoas começou a se tornar um ambiente de referência, disciplina e pertencimento. A cada aluno que chegava, ficava mais evidente que o projeto não oferecia apenas aulas de Jiu-Jitsu. Ele oferecia acolhimento, direção e uma oportunidade de construir uma história diferente. Na MARDEADORAÇÃO, o LPRV começou a compreender sua própria dimensão. A essência permaneceu a mesma, mas o propósito ganhou forma, identidade e espaço para crescer.

Pandemia
PANDEMIA

QUANDO TUDO PRECISOU PARAR.

Quando o projeto vivia um período de crescimento e consolidação, a pandemia interrompeu os encontros presenciais. O tatame ficou vazio, os alunos deixaram de se reunir e a rotina construída ao longo dos anos precisou ser suspensa. Foi um período de incerteza, não apenas pela interrupção das atividades, mas pela ausência de qualquer garantia de retorno. Ainda assim, a pausa revelou algo essencial: o LPRV não dependia apenas de um espaço físico. A estrutura era importante, mas o propósito era maior do que ela. O projeto atravessou aquele silêncio sem perder sua identidade. Quando fosse possível voltar, não bastaria simplesmente retomar os treinos. Seria necessário reorganizar a caminhada e construir uma base mais consciente para o futuro.

Eudes Sistemas
EUDES SISTEMAS

RETOMAR, REORGANIZAR E AVANÇAR.

Com o fim do período mais crítico da pandemia, o LPRV iniciou sua retomada. O retorno aconteceu de forma gradual, respeitando o momento e reconstruindo, passo a passo, aquilo que havia sido interrompido. Nesse processo, a parceria com a Eudes Sistemas se tornou fundamental. Por meio de seu proprietário, Lindailson, um dos grandes incentivadores do projeto, o LPRV encontrou espaço para voltar a crescer com mais organização, estabilidade e perspectiva de continuidade. Ao mesmo tempo, os treinos também retornaram à MARDEADORAÇÃO. Cada reencontro no tatame carregava um significado especial. Não era apenas a volta das aulas, mas a confirmação de que o propósito havia resistido à pausa. A retomada abriu uma nova fase. O projeto voltava mais maduro, mais consciente de sua responsabilidade e preparado para formar não apenas alunos, mas também pessoas capazes de continuar a missão.

O Primeiro Faixa Preta
O PRIMEIRO FAIXA PRETA

QUANDO A MISSÃO COMEÇOU A SE MULTIPLICAR.

Em maio de 2024, o LPRV alcançou um de seus marcos mais importantes: a formação de Erick como o primeiro faixa preta desenvolvido dentro do projeto. A graduação representava muito mais do que uma conquista esportiva. Ela mostrava que o trabalho iniciado anos antes havia criado raízes profundas. Um aluno que havia sido formado dentro daquela trajetória agora estava preparado para ensinar, liderar e transmitir a outras pessoas os princípios que recebeu. Com Erick, a missão deixou de depender apenas de quem havia começado o projeto. Ela passou a ser multiplicada por alguém cuja própria história havia sido transformada pelo Jiu-Jitsu. Foi esse amadurecimento que abriu caminho para o próximo passo: levar o LPRV a novos lugares.

Organização da Sociedade Civil
ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL

DE INICIATIVA SOCIAL A INSTITUIÇÃO.

O crescimento do projeto trouxe uma nova necessidade. Para continuar avançando com responsabilidade, já não bastava depender apenas da disposição de quem mantinha as atividades. Era preciso criar uma estrutura capaz de proteger a missão, organizar a gestão e preparar o LPRV para o futuro. A formalização como Organização da Sociedade Civil marcou essa transição. O que durante anos existiu como uma iniciativa sustentada por dedicação e propósito passou a contar com novos gestores, responsabilidades definidas e uma visão mais profissional sobre governança, planejamento e transparência. Nesse novo momento, parcerias como a aproximação com o Instituto Wake também contribuíram para ampliar o conhecimento e fortalecer a capacidade institucional do projeto. A formalização não mudou a essência do LPRV. Ela deu estrutura para que essa essência pudesse continuar crescendo sem perder o caminho.

Espaço Crescer
ESPAÇO CRESCER

NOVOS ARES, NOVAS PARCERIAS E UMA MISSÃO EM EXPANSÃO.

Enquanto a estrutura institucional se consolidava, a missão também avançava para novos territórios. Em Atibaia, a parceria com o Espaço Crescer abriu as portas para a formação de um novo polo e para o contato com outras crianças, jovens e adultos. Essa expansão acompanhou uma transformação importante na trajetória de Erick. Ao deixar o mercado financeiro, ele passou a dedicar uma parte maior de sua vida ao ensino e ao desenvolvimento do projeto. A decisão reforçava algo que já havia se tornado evidente: o LPRV não era apenas uma etapa de sua história, mas uma missão que ele também havia escolhido carregar. Nesse mesmo período, Erick disputou seu primeiro campeonato como paratleta no ADCC Open Indaiatuba. A participação representou a superação de barreiras construídas pela doença, pela superproteção e por crenças limitantes. Foi um marco pessoal importante, mas também uma expressão prática do que o LPRV acredita: pessoas podem ir além do que um dia imaginaram ser possível. O campeonato foi parte desse capítulo, mas não o centro dele. O verdadeiro avanço estava na expansão do projeto, na criação de novas parcerias e na possibilidade de iniciar outras histórias de transformação. Com o Espaço Crescer, o LPRV abriu um novo caminho em Atibaia. Esse capítulo se conclui com uma missão mais ampla, uma equipe mais madura e novas vidas começando a encontrar espaço sobre o tatame.

OS PRÓXIMOS CAPÍTULOS AINDA ESTÃO POR VIR.

ESSA HISTÓRIA TAMBÉM PODE SER SUA.

O LPRV nasceu de forma simples, cresceu com a ajuda de pessoas, atravessou desafios, amadureceu sua estrutura e chegou a novos lugares sem abandonar o propósito que deu origem a tudo. A história construída até aqui mostra que nenhuma transformação acontece sozinha. Cada aluno, professor, parceiro, voluntário e apoiador ajudou a escrever uma parte desse caminho. Este capítulo termina com novos polos, novas responsabilidades e uma missão pronta para continuar crescendo. O próximo ainda não está escrito.

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